PESSOAS QUE FOGEM DO ESPIRITISMO

(...)

Semelhante a Agripa, o rei apegado ao trono do poder temporal, muitos homens têm que lutar intimamente para não cederem à excelência da fé raciocinada da Doutrina Espírita...

Estranhamente, quando vislumbram os primeiros raios de luz no horizonte, voluntariamente viram-lhe as costas, receosos da responsabilidade e do compromisso a que, por certo, se sentiriam chamados.

Quando Agripa percebeu que Paulo perigosamente começava a abrir-lhe os olhos para a transitoriedade da vida física, antes que se enveredasse de vez nesse caminho sem volta, interrompeu as palavras persuasivas do grande apóstolo da gentilidade.

É que Agripa, qual milhares de companheiros da Terra, não estava disposto a renunciar ao cetro, ao ouro, ao conforto, ao poder, às alegrias transitórias...

(...)

Inúmeros companheiros afastam-se do esclarecimento espírita, fugindo de aprofundar-se nas lições redivivas do Evangelho, unicamente porque a consciência os compeliria a mudar de vida.

Olvidam que sempre chegará, para todos, o momento da renovação, em que a dor não mais lhes permitirá adiar indefinidamente a sua aceitação da Verdade.

 

Livro:  Evangelho e Doutrina

 

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